quarta-feira, 16 de novembro de 2011



Como é sentir que mais um dia se passou?
Mais uma vez o sol se escondeu, correu em volta da terra.
Mais uma vez você perdeu tempo, tempo com o qual você nem se importa mais.
Mais uma vez a lua nasceu e morreu e ninguém notou.
O brilho do sol, só vimos pela manha,
Só vimos pela tarde…
Nunca vimos.
A lua brilhante, só serve de luz,
Já nada mais importa…
Fora de nosso próprio mundo.
E o dia se passou, 
De novo e de novo.
As estrelas se apagaram,
O sol vai morrendo,
A lua está destruída…Ninguém nunca nota.
São só dias afinal, 
Passam todos devagar, todos no mesmo ritmo,
Todos carregados com um pouco mais de nada.
Lá fora é radioativo, 
É perigoso demais pra se pisar.
Voltemos então a nossas celas,
Nossas prisões particulares.
O sol pode queimar, 
Então construa o mais alto muro que puder,
Cerque tudo e não deixe o sol entrar.
São só mais uns dias, 
Quem se importa? 
Voltemos então a nossas celas,
Nossas prisões particulares.
O sol vai parar de brilhar..
1, 2, 3.
Voltemos então a nossas celas,
Nossas prisões particulares. 
Mais um ano ou mais um século não fazem diferença pra quem nunca saiu de sua cela.
Mais uma eternidade,
Ninguém se importa…
Voltemos então a nossas celas,
Nossas prisões particulares. 
A solidão não é nada pra quem sempre foi vazio. 

domingo, 2 de outubro de 2011


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

The Mask










Coloque sua máscara,
Esconda-se de si mesmo…
Ignorado, inocente,
Por trás da vida você não vale mais nada. 










Volte ao campo de batalha,
Lute bravamente,
Pegue sua arma e os mate sem piedade.
Mate-os todos,
São os enviados a morte,
Foram escolhidos para te matar.
No campo de batalha,
Não se tem escolha….
Mate ou morra.
Não importa se fraco,
Não importa se forte,
Ninguém irá lhe poupar a morte. 

domingo, 28 de agosto de 2011

A armadilha


Murilo Rubião

Alexandre Saldanha Ribeiro. Desprezou o elevador e seguiu pela escada, apesar da volumosa mala que carregava e do número de andares a serem vencidos. Dez.

Não demonstrava pressa, porém o seu rosto denunciava a segurança de uma resolução irrevogável. Já no décimo pavimento, meteu-se por um longo corredor, onde a poeira e detritos emprestavam desagradável aspecto aos ladrilhos. Todas as salas encontravam-se fechadas e delas não escapava qualquer ruído que indicasse presença humana.

Parou diante do último escritório e perdeu algum tempo lendo uma frase, escrita a lápis, na parede. Em seguida passou a mala para a mão esquerda e com a direita experimentou a maçaneta, que custou a girar, como se há muito não fosse utilizada. Mesmo assim não conseguiu franquear a porta, cujo madeiramento empenara. Teve que usar o ombro para forçá-la. E o fez com tamanha violência que ela veio abaixo ruidosamente. Não se impressionou. Estava muito seguro de si para dar importância ao barulho que antecedera a sua entrada numa saleta escura, recendendo a mofo. Percorreu com os olhos os móveis, as paredes. Contrariado, deixou escapar uma praga. Quis voltar ao corredor, a fim de recomeçar a busca, quando deu com um biombo. Afastou-o para o lado e encontrou uma porta semicerrada. Empurrou-a. Ia colocar a mala no chão, mas um terror súbito imobilizou-o: sentado diante de uma mesa empoeirada, um homem de cabelos grisalhos, semblante sereno, apontava-lhe um revólver. Conservando a arma na direção do intruso, ordenou-lhe que não se afastasse.

Também a Alexandre não interessava fugir, porque jamais perderia a oportunidade daquele encontro. A sensação de medo fora passageira e logo substituída por outra mais intensa, ao fitar os olhos do velho. Deles emergia uma penosa tonalidade azul.

Naquela sala tudo respirava bolor, denotava extremo desmazelo, inclusive as esgarçadas roupas do seu solitário ocupante:

— Estava à sua espera — disse, com uma voz macia. Alexandre não deu mostras de ter ouvido, fascinado com o olhar do seu interlocutor. Lembrava-lhe a viagem que fizera pelo mar, algumas palavras duras, num vão de escada.

O outro teve que insistir:
— Afinal, você veio.

Subtraído bruscamente às recordações, ele fez um esforço violento para não demonstrar espanto:

— Ah, esperava-me? — Não aguardou resposta e prosseguiu exaltado, como se de repente viesse à tona uma irritação antiga: — Impossível! Nunca você poderia calcular que eu chegaria hoje, se acabo de desembarcar e ninguém está informado da minha presença na cidade! Você é um farsante, mau farsante. Certamente aplicou sua velha técnica e pôs espias no meu encalço. De outro modo seria difícil descobrir, pois vivo viajando, mudando de lugar e nome.
— Não sabia das suas viagens nem dos seus disfarces.

— Então, como fez para adivinhar a data da minha chegada?

— Nada adivinhei. Apenas esperava a sua vinda. Há dois anos, nesta cadeira, na mesma posição em que me encontro, aguardava-o certo de que você viria.

Por instantes, calaram-se. Preparavam-se para golpes mais fundos ou para desvendar o jogo em que se empenhavam.

Alexandre pensou em tomar a iniciativa do ataque, convencido de que somente assim poderia desfazer a placidez do adversário. Este, entretanto, percebeu-lhe a intenção e antecipou-se:

— Antes que me dirija outras perguntas — e sei que tem muitas a fazer-me — quero saber o que aconteceu com Ema.

— Nada — respondeu, procurando dar à voz um tom despreocupado.

— Nada?

Alexandre percebeu a ironia e seus olhos encheram-se de ódio e humilhação. Tentou revidar com um palavrão. Todavia, a firmeza e a tranqüilidade que iam no rosto do outro venceram-no.

— Abandonou-me — deixou escapar, constrangido pela vergonha. E numa tentativa inútil de demonstrar um resto de altivez, acrescentou: — Disso você não sabia!

Um leve clarão passou pelo olhar do homem idoso:

— Calculava, porém desejava ter certeza.
Começava a escurecer. Um silêncio pesado separava-os e ambos volveram para certas reminiscências que, mesmo contra a vontade deles, sempre os ligariam.
O velho guardou a arma. Dos seus lábios desaparecera o sorriso irônico que conservara durante todo o diálogo. Acendeu um cigarro e pensou em formular uma pergunta que, depois, ele julgaria, desnecessária. Alexandre impediu que a fizesse.
Gesticulando, nervoso, aproximara-se da mesa:

— Seu caduco, não tem medo que eu aproveite a ocasião para matá-lo. Quero ver sua coragem, agora, sem o revólver.

— Não, além de desarmado, você não veio aqui para matar-me.

— O que está esperando, então?! — gritou Alexandre. — Mate-me logo!

— Não posso.

— Não pode ou não quer?

— Estou impedido de fazê-lo. Para evitar essa tentação, após tão longa espera, descarreguei toda a carga da arma no teto da sala.

Alexandre olhou para cima e viu o forro crivado de balas. Ficou confuso. Aos poucos, refazendo-se da surpresa, abandonou-se ao desespero. Correu para uma das janelas e tentou atirar-se através dela. Não a atravessou. Bateu com a cabeça numa fina malha metálica e caiu desmaiado no chão.

Ao levantar-se, viu que o velho acabara de fechar a porta e, por baixo dela, iria jogar a chave.

Lançou-se na direção dele, disposto a impedi-lo. Era tarde. O outro já concluíra seu intento e divertia-se com o pânico que se apossara do adversário:

— Eu esperava que você tentaria o suicídio e tomei precaução de colocar telas de aço nas janelas.

A fúria de Alexandre chegara ao auge:

— Arrombarei a porta. Jamais me prenderão aqui!

— Inútil. Se tivesse reparado nela, saberia que também é de aço. Troquei a antiga por esta.

— Gritarei, berrarei!

— Não lhe acudirão. Ninguém mais vem a este prédio. Despedi os empregados, despejei os inquilinos.

E concluiu, a voz baixa, como se falasse apenas para si mesmo:

— Aqui ficaremos: um ano, dez, cem ou mil anos.

O texto acima foi extraído do livro "Para Gostar de Ler — Vol. 9 — Contos", Editora Ática — São Paulo, 1984, pág. 17.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sinto as lágrimas escorrendo...
De tanto chorar já parei de enxuga-las.
Sinto uma dor profunda,
Ela não vai passar...
Sinto o fim perto,
Está perto,
Está perto...
E que tal esta noite?
Perfeito.
Se livre da vida,
Morra com a dor.
Cave sua própria cova e se enterre, ninguém mais fará isso por você!

O final

Sinto dentro de mim uma dor insuportável que custa a passar...
Começa no dedão do pé e termina cabeça,
Talvez seja psicológica....
O choro não para,
Minha cabeça dói,
Meu peito bate angustiado,
Minhas lágrimas queimam.
Sinto que cada lágrima que cai é simplesmente um pedaço de alma que eu deixo partir,
É uma gota de sangue direto do coração.
E assim eu vou morrer,
Chorando o sangue do meu coração!
A cabeça começa a doer,
É um sinal claro que minha alma está começando a adoecer,
Sinto minha cabeça explodir,
A febre está a chegar,
O coração agora bate ferido com sua partida.
Foi um "não" tão desesperado aquele...
Eu ainda tenho comigo memórias felizes de nós dois.
As lágrimas caem na minha roupa,
Já não consigo dormir,
Estou ficando doente...
Não suporto ficar sem você.
Talvez essa seja o ultimo texto que eu escreva,
Pois de manhã jazerá morta a menina que tanto o fez sofrer.
Já não há mais motivos para sorrir,
Não há motivos para respirar.
Eu estou sem você.....
Eu preciso de você.
Hoje só conseguirei dormir quando a morte vier me buscar!
Não descansarei em paz,
Mas vou dormir eternamente.
E eu prometo a você que onde eu estiver,
Sempre vou estar ao seu lado...
Quando tudo estiver trancado e a leve brisa te tocar,
Lembre-se de que sou eu.

Triste verdade

Talvez eu não te faça bem,
Mas não é por querer,
Eu não tenho nenhum motivo para te fazer sofrer...
Desculpe,
Eu sou um monstro,
And i'm losing you......
Já não te faço mais sorrir,
Agora só te faço chorar,
Roubo todo seu amor e levo a sua alegria,
Transformo seu céu azul em tempestade,
Faço do seu mar, morto,

O silêncio

Seu silêncio me devora, chora,
Me faz cair,
Tudo em mim fica podre,
Meu espelho se quebra a cada olhar,
Não tenho mais vontade de respirar,
Minhas rosas agora estão mortas,
E assim eu vou me despedaçando lentamente sem você.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Dia do amigo

Então, o dia do amigo foi ontem, mas foda-se, eu não tive tempo de escrever e vou escrever hoje! (dia 21/07)
Dia do amigo é só mais uma data comercial.....Assim como natal, ano novo, páscoa e todas essas datas de merda!
Dia do amigo é a data em que todo mundo que é seu "amigo" te esquece e lembram até do vizinho da prima da tia, que nem é amigo, mas desejam pra ele um feliz dia do amigo e pra você não.
Provavelmente o dia mais falso do ano....
Um monte de gente escrevendo "FeLiZ dIa Do AmIgO,  mIgUxXxXo!" e eu aqui sentada, escrevendo qualquer merda mesmo!

Relatos de Scarlet 05 - Ninguém mais sabe o rumo

Deitada no chão, simplesmente sujando minha roupa.
Mexendo na água vendo o vento a tocando,
Barcos se movem,
Caem e nunca mais voltam a ser os mesmos.
Barcos caem, afundam e ninguém sabe nadar, todos sem rumo, apavorados, brigando para sobreviver.
Todos morrem, afundam junto aos barcos e deixam todo seu legado, sua história, para trás.
E eu continuo aqui, deitada no chão, escrevendo poesia com os olhos....
Continuarei aqui, nesse porto dos barcos perdidos......

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Teoria sobre o frio

Todo mundo fala que odeia o verão.... Mas ai vem o inverno pra provar que o verão estava bom.
O inverno é basicamente a estação do ano que faz com que as pessoas se sintam mais forever alones do que elas já são.
Ah, mas por que? Porque os filmes americanos sempre fazem a cagada de mostrar gente que namora, principalmente no frio....
É sempre assim! Tem uma familia, tomando chocolate quente enquanto comem marshmallow em frente a lareira. Se não é assim, tem um casal assistindo filme e tomando chocolate!
A minha teoria sobre o frio é que o frio foi criado com o propósito de te deixar mais lento do que você já era. É a bendita época em que tudo fica mais caro....
Frio principalmente foi criado pelos pais de pessoas como eu, que passam o dia inteiro no computador... porque seus dedos viram gelo e não dá vontade de ficar no computador.
Como se não bastasse tudo isso, ainda vem a gripe.
E o lado bom do frio é.................................... é................................... é..................... Frio não tem lado bom, então se você ai mora em um lugar que faz frio eu só tenho uma coisa a te dizer: SE FUDEU.
Não que aonde eu more esteja fazendo calor, eu também estou fudida... Mas tem um monte de gente que nem você que também está! Olha que coisa meiga... :]
Então é isso...................por hoje!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

domingo, 8 de maio de 2011

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Clipe do dia: Korn - Got The Life

Casamento Real

Tudo bem que já se passaram alguns dias.... Mas eu esqueci de falar sobre.
Bom o casamento de William e Kate foi um fato que marcou, de um certo modo, a história.... Claro que não a brasileira, mas em fim!
Esse tal casamento foi muito comentado em todos os lugares, tanto na tv, quanto na internet e na minha escola.
Os comentários foram muito positivos..... Elogiaram muito a Kate e disseram que o casamento ia ser muito bacana e tal.....
Sabe o que eu acho disso tudo?
UMA GRANDE MERDA.
Porra! Gastaram a maior grana com uma festa dessas e tanta coisa melhor para investir o dinheiro.
E a fome? E a violência? E o tráfico?
Acho que todo mundo se esquece disso quando se fala dessa PORRA desse casamento real.
Onde o mundo vai parar desse jeito?
E depois ainda ficam se perguntando porque estamos sofrendo com o aquecimento do planeta, a violência e presenciando mortes por desnutrição.
Para e pensa só por 1 minuto: - Se cada pessoa desse R$1,00 daria pra pagar alimento pra várias pessoas famintas e a beira da morte. E ai me vem a porra de um casamento de merda, que não vai acrescentar nada na minha vida e gasta simplesmente uns 30 MILHÕES COM ESSA PORRA.
E outra a Inglaterra está em meio a uma das maiores crises econômicas.
É meu caro ou minha cara..........
E tanta gente morrendo de fome e de frio, sem nem R$1,00 no bolso e essa PORRA desse casamento real gasta 30 MILHÕES.
E de onde vem esse dinheiro? DOS IMPOSTOS.
Eu muito revoltada com essa desgraça, comecei a discutir na escola....
Bom a minoria pensou como eu, mas só depois que eu falei claro, porque afinal de contas é bonitinho e fofinho, mas ninguém vê as consequências.
Então quero que vocês comentem o que acharam do casamento real!
Até

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Fato Semi Lamentável.

Miley Cyrus que vive tentando fazer imagem de uma rocker, em seu ultimo show no equador cantou Smells like teen spirit.
Como se já não bastasse ter cantado junto a Joan Jett e a Bret Michaels, a suposta "diva do pop" canta Nirvana.
Miley, sua musica é Party in the USA e não Smells like teen spirit!
Além das musicas melosas e idiotas que Miley produz, agora ela também estraga musicas aleatórias.
A mais nova patricinha, que antes já sugava o cérebro de adolescentes e crianças idiotas, agora também contribui para a criação de grandes posers de merda.


Antes tudo o que era bom, agora é ...... plagiado pelo Restart, Parangolé e Miley Cyrus.


Então só um recadinho para os grandes posers ou idiotas que curtem Miley:
- PAREM COM ESSA PORRA!
Ainda é cedo, você pode mudar ......
Miley Cyrus não vai te fazer mais mulher e muito menos mais rocker.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Ao chão.

E esta sou eu,
Ao chão novamente,
Chorando? Talvez.

E o erro é de quem? Não sei,
Será da vida? Ou meu?
Já não sei em quem colocar a culpa.
Não é assim que fazemos?

É tudo culpa do mundo!
É do tempo e também de todos.
Ou melhor é culpa minha,
E do mundo que criei para mim!

domingo, 1 de maio de 2011

Teens

Bem pra começar o post eu sempre tenho que pensar no assunto e as vezes pesquisar sobre ele. E hoje não foi diferente. Acho que quem lê meus posts vê que eu faço uma montagem com 3 fotos, as vezes 2, mas em fim e eu vou explicando o tema conforme as fotos.
Hoje resolvi fazer sobre os teens, e quando fui procurar fotos sobre, só aparece putaria. QUE PORRA É ESSA?
Agora adolescência se resume a 4 coisas:
- Amizade
- Namoro/ Pegação
- Festas.
- Aparência.
Entenda como quiser, mas é verdade.
O adolescente que não faz uma das 3 coisas não é considerado um adolescente.
Então meu primeiro recado é: VAI TOMAR NO CU.
Porque primeiramente vocês adolescentes de hoje são uns merdas, não que eu seja mais velha e nem que eu seja menos merda que vocês, mas caralho, vocês só pensam em merda!
Pra começar que agora a grande maioria curte Cine e Justin Bieber (Biba), vai em festinha todo final de semana e fica com um monte !
Isso é uma grande idiotice!!!
O dia que eu parei pra pensar eu fiquei até com vergonha, porque eu era uma grande bosta, pior que já sou.
E desde então eu parei de ficar saindo pra shopping, de ir em festas e de pensar em meninos.
Acho que a adolescência tem que ser curtida ao máximo.... Então, jovem, levanta essa sua bunda gorda da cadeira e vai curtir.
Eu não incentivo muito o adolescente a ficar só em casa, mas como as coisas estão feias "lá fora" eu acho que o melhor mesmo é ficar em casa.
Os amigos já são falsos, a violência está foda, o consumo de drogas só aumenta.... Em fim, está difícil.
Mas nem por isso você precisa se apavorar e passar o resto da vida trancado dentro do quarto.
Sai com seus pais ué. E quem achar isso uma grande burrice tem que se foder, porque foram seus pais que te colocaram no mundo e você deve tudo a eles.
Bom também se você quiser sair sozinho saia, só que depois quando com 15/16 anos estiver grávida quero ver o que vai fazer, porque eu te garanto que eu com 15/16 anos vou estar muito bem de vida.
Então parem de ser idiotas e comecem a viver mais.
FODA-SE o que os outros pensam de você.


Deixem nos comentários o que você, jovem dos dias de hoje faz.

Até.....

Friday

Bombou na internet um novo hit chamado Friday.
E eu mais do que por instinto fui escutar a nova merda da internet.
Pra variar a situação, o hit era realmente uma merda por exatos 5 motivos.
- A musica é péssima.
- A letra é horrível, faz muito sentido.
- A voz da Rebecca Black (cantora) é péssima, acho que ela abusou demais nos efeitos.
- Além da musica o clip é horrível.
- E outra não é rock, não te acrescenta nada e não protesta!
E agora varias cantoras do pop como Lady Gaga e Katy Perry estão elogiando Rebecca Black.
O grande enigma da musica é em que banco ela vai sentar.... WHYYY ?
Mas não se poderia esperar mais de uma menina de 13 anos que provavelmente gosta de Justin Bieber (Biba).
Porque hoje em dia tudo é uma bosta, mas isso que falo em outro post.
Em fim, eu odiei Friday e queria deixar bem claro isso....
Eu só gostei dessa versão do Friday: http://www.youtube.com/watch?v=pi00ykRg_5c
Ah e não posso esquecer de comentar da menina de vestido rosa da foto!
Então, acho que deveria comentar sobre a dança ridícula que ela faz e sobre como é idiota essa parte do vídeo em que ela aparece.
Bom é só isso, por enquanto.
E agora aqui no final eu vou colocar um pequeno print tirado do vídeo de Friday.
Versão original:






Versão Death Metal:






Repare a grande diferença e comente sobre depois!

sábado, 30 de abril de 2011

Simplesmente...

A agua fria penetrando em minha alma,
O vento suave batendo contra mim,
Deixe-me ir!

O sol que vai e vem,
As nuvens mudando de lugar,
Deixe-me partir!

O brilhante horizonte,
Um sorriso, um amante,
Deixe-me levar!

O amor, a simpatia,
A vida e a empatia,
Deixe-me libertar!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Relatos de Scarlet 01 - O começo

Hoje resolvi contar minha história. Talvez para tirar a mágoa do coração, ou até mesmo só por contar.
Eu sou Scarlet, a típica menina de qualquer lugar, e a minha história irá começar:
- Acordava todas as manhãs como se não estivesse dormido, e de fato não havia.
O vento soava enquanto eu, naquela manhã fria, tentava calçar os chinelos no escuro.
Com mais frio do que nunca, eu levantava naquela manhã de inverno e começava a me trocar.
Sentia a brisa suave me chamando a janela, era algo surreal !
Era como se a vida fosse acabar, mas ela simplesmente continuava.
A troca de roupa era rápida, era fria, era o sinal de que meu dia começara.
Vestia sempre o mesmo uniforme branco e azul com o emblema do colégio, a velha calça jeans e o tenis já surrado.
Após ter me trocado, sentia a roupa fria em meu corpo quente e a unica coisa que conseguia ver era um fio de luz saindo da fechadura da porta.
Ao abrir a porta um grande clarão entrara no quarto, e assim tudo que havia nele se iluminava.
Via a bagunça da noite passada, as roupas no chão, as pastas e as folhas jogadas em cima de minha mesa, e por fim os meus CDs prediletos enfileirados numa ordem precisa.
A mochila ainda desarrumada, jogava ao chão, ao lado da cama, finalmente era aberta.
Os livros e as folhas soltas eram todos jogados em cima da cama, como se não importassem.
Pegava os livros necessários para aquela manhã e jogava-os dentro de minha mochila.
E a tal mochila, preta sem detalhes, voltava ao chão depois de fechada.
Saia do quarto como quem não aguentava ver a luz.
Os olhos vermelhos e o nariz escorrendo eram típicos daquela de manhãs de inverno.
Ia para o banheiro, logo ao lado, não era nada demais, porém este trajeto parecia o mais comprido daquela manhã.
Chegava ao banheiro, muito iluminado e dava bom dia a minha mãe.
Como um zumbi, ia até a cozinha, apagava todas as luzes possíveis e por fim ia preparar o café da manhã.
Já não aguentava mais o frio e ainda tinha de abrir a geladeira.
Vinha a minha cabeça lembranças daquela noite mal dormida, ou melhor, daquela noite, mais uma, em que eu passara de olhos fechados pensando na vida e em como seria aquele dia.
Em fim, abria a geladeira.
Pegava o leite e o requeijão e colocava sobre o balcão.
Era tudo o mesmo, já não havia mais novidades.
Preparava e comia o café da manhã olhando ao oeste, observando as nuvens que se mexiam naquela manhã.
Terminava de comer, e guardava tudo no devido lugar.
Ia até o banheiro e escovava os dentes.
Voltava ao meu quarto, ao meu conforto, ao canto quentinho e aconchegante da casa.   
Pegava a mochila jogada no chão e a colocava sobre os ombros.
Carregava o peso do mundo, ou era mero exagero meu.
Dava adeus a minha mãe e seguia o caminho até a escola.
Saindo de casa já dava vontade de voltar e continuar dormindo no quentinho, mas eu tinha que continuar.
Andava devagar ouvindo as musicas de meu celular.
Não havia um pio em minha rua.
Os vizinhos ainda não estavam acordados e até os menores animais dormiam também.
Era uma mistura de silencio e frio que me incomodava muitos, mas eu já não escutava, eu havia ligado a musica no mais alto o possível.
As poucas pessoas presentes na rua me encaravam. Era evidente que as mesmas também sentiam o frio que castigava a pele descoberta.
Caminhando com a cabeça voltada ao chão, já não via mais nada. Nem quem vinha, nem quem ia.
Chegava a escola e dando bom dia a todos, entrava para sala de aula.
Era a maior tortura. O frio batia na janela e entrava a brisa suave que vinha me cutucar.
A professora iniciava a aula e meus olhos mal podiam parar abertos. Os piscares dos olhos eram lentos e com eles vinha o sono, o mal de tudo ! Me fazia delirar e eu não conseguia prestar atenção em nada.
Eram seis aulas como aquelas e um intervalo entre elas de 20 minutos.
E esse era a simples manhã que me torturava !
Chegando em casa não via a hora de dormir. Todo dia chegava a comia na casa de minha tia.
Após o almoço dormia sem controlar o tempo, acordava todo dia eram quase 15:00 horas.
Entrava no computador e já não pensava em mais nada. As tarefas eram feitas com pressa, logo depois de acordada.
E assim passava o dia.
De noite havia sempre o mesmo ritual, sempre jantava em minha tia e depois tomava banho. Após isto voltava ao computador até que minha mãe me mandasse ir dormir.
As horas passavam rápido demais e eu não as via passar.
Logo em um minuto já era a hora de dormir, ou seja, só de refletir como seria o dia seguinte.
Ia a cama e meus pensamentos começavam a ecoar em minha mente.... E quando via, já era hora de acordar e voltar a rotina de sempre.

HISTÓRIA FICTÍCIA ! 

terça-feira, 26 de abril de 2011

Eu, Alice

Quem me dera eu fosse Alice,
Para na toca do coelho entrar,
Nadar no mar de lágrimas,
Que eu mesma iria criar.
Brincar de seca-rega,
E uma roda formar,
Escutar a tristes tale que o rato iria contar.

Conhecer um louco chapeleiro,
Recitar o nonsense !

AH ! Quem me dera ser alice.

Viver mil aventuras e acordar ao fim da tarde.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Datas comemorativas para pessoas sociaveis.

Agora além do dia dos namorados também tem o dia do amigo, dia do beijos e dia do abraço, ou seja, mais datas idiotas para pessoas que são sociaveis !
São nesses dias que eu pego minha guitarra e começo a solar e a me isolar de tudo e todos....
Nesses dias eu procuro nem sair de casa. Todos estão tão grudados, apaixonados e felizes, que eu prefiro ficar em casa antes que isso passe para mim !
O dia dos namorados tem um título auto-explicativo não é ? É o dia de dar e receber .... do seu namorado ou da sua namorada !
O dia do amigo também não precisa ser explicado e muito menos o dia do beijo e nem o do abraço....
Mas o que mais me intriga nisso todo são os adolescentes que começam o namoro um dia ou dois antes do dia dos namorados só pra não passarem sozinhos !
Acho isso muito vulgar .....
E SE VOCÊ FAZ ISSO VOCÊ TEM QUE IR TOMAR NA SUA CAVIDADE ANAL.