A agua fria penetrando em minha alma,
O vento suave batendo contra mim,
Deixe-me ir!
O sol que vai e vem,
As nuvens mudando de lugar,
Deixe-me partir!
O brilhante horizonte,
Um sorriso, um amante,
Deixe-me levar!
O amor, a simpatia,
A vida e a empatia,
Deixe-me libertar!
sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Relatos de Scarlet 01 - O começo
Hoje resolvi contar minha história. Talvez para tirar a mágoa do coração, ou até mesmo só por contar.
Eu sou Scarlet, a típica menina de qualquer lugar, e a minha história irá começar:
Eu sou Scarlet, a típica menina de qualquer lugar, e a minha história irá começar:
- Acordava todas as manhãs como se não estivesse dormido, e de fato não havia.
O vento soava enquanto eu, naquela manhã fria, tentava calçar os chinelos no escuro.
Com mais frio do que nunca, eu levantava naquela manhã de inverno e começava a me trocar.
Sentia a brisa suave me chamando a janela, era algo surreal !
Era como se a vida fosse acabar, mas ela simplesmente continuava.
A troca de roupa era rápida, era fria, era o sinal de que meu dia começara.
Vestia sempre o mesmo uniforme branco e azul com o emblema do colégio, a velha calça jeans e o tenis já surrado.
Após ter me trocado, sentia a roupa fria em meu corpo quente e a unica coisa que conseguia ver era um fio de luz saindo da fechadura da porta.
Ao abrir a porta um grande clarão entrara no quarto, e assim tudo que havia nele se iluminava.
Via a bagunça da noite passada, as roupas no chão, as pastas e as folhas jogadas em cima de minha mesa, e por fim os meus CDs prediletos enfileirados numa ordem precisa.
A mochila ainda desarrumada, jogava ao chão, ao lado da cama, finalmente era aberta.
Os livros e as folhas soltas eram todos jogados em cima da cama, como se não importassem.
Pegava os livros necessários para aquela manhã e jogava-os dentro de minha mochila.
E a tal mochila, preta sem detalhes, voltava ao chão depois de fechada.
Saia do quarto como quem não aguentava ver a luz.
Os olhos vermelhos e o nariz escorrendo eram típicos daquela de manhãs de inverno.
Ia para o banheiro, logo ao lado, não era nada demais, porém este trajeto parecia o mais comprido daquela manhã.
Chegava ao banheiro, muito iluminado e dava bom dia a minha mãe.
Como um zumbi, ia até a cozinha, apagava todas as luzes possíveis e por fim ia preparar o café da manhã.
Já não aguentava mais o frio e ainda tinha de abrir a geladeira.
Vinha a minha cabeça lembranças daquela noite mal dormida, ou melhor, daquela noite, mais uma, em que eu passara de olhos fechados pensando na vida e em como seria aquele dia.
Em fim, abria a geladeira.
Pegava o leite e o requeijão e colocava sobre o balcão.
Era tudo o mesmo, já não havia mais novidades.
Preparava e comia o café da manhã olhando ao oeste, observando as nuvens que se mexiam naquela manhã.
Terminava de comer, e guardava tudo no devido lugar.
Ia até o banheiro e escovava os dentes.
Voltava ao meu quarto, ao meu conforto, ao canto quentinho e aconchegante da casa.
Pegava a mochila jogada no chão e a colocava sobre os ombros.
Carregava o peso do mundo, ou era mero exagero meu.
Dava adeus a minha mãe e seguia o caminho até a escola.
Saindo de casa já dava vontade de voltar e continuar dormindo no quentinho, mas eu tinha que continuar.
Andava devagar ouvindo as musicas de meu celular.
Não havia um pio em minha rua.
Os vizinhos ainda não estavam acordados e até os menores animais dormiam também.
Era uma mistura de silencio e frio que me incomodava muitos, mas eu já não escutava, eu havia ligado a musica no mais alto o possível.
As poucas pessoas presentes na rua me encaravam. Era evidente que as mesmas também sentiam o frio que castigava a pele descoberta.
Caminhando com a cabeça voltada ao chão, já não via mais nada. Nem quem vinha, nem quem ia.
Chegava a escola e dando bom dia a todos, entrava para sala de aula.
Era a maior tortura. O frio batia na janela e entrava a brisa suave que vinha me cutucar.
A professora iniciava a aula e meus olhos mal podiam parar abertos. Os piscares dos olhos eram lentos e com eles vinha o sono, o mal de tudo ! Me fazia delirar e eu não conseguia prestar atenção em nada.
Eram seis aulas como aquelas e um intervalo entre elas de 20 minutos.
E esse era a simples manhã que me torturava !
Chegando em casa não via a hora de dormir. Todo dia chegava a comia na casa de minha tia.
Após o almoço dormia sem controlar o tempo, acordava todo dia eram quase 15:00 horas.
Entrava no computador e já não pensava em mais nada. As tarefas eram feitas com pressa, logo depois de acordada.
E assim passava o dia.
De noite havia sempre o mesmo ritual, sempre jantava em minha tia e depois tomava banho. Após isto voltava ao computador até que minha mãe me mandasse ir dormir.
As horas passavam rápido demais e eu não as via passar.
Logo em um minuto já era a hora de dormir, ou seja, só de refletir como seria o dia seguinte.
Ia a cama e meus pensamentos começavam a ecoar em minha mente.... E quando via, já era hora de acordar e voltar a rotina de sempre.
O vento soava enquanto eu, naquela manhã fria, tentava calçar os chinelos no escuro.
Com mais frio do que nunca, eu levantava naquela manhã de inverno e começava a me trocar.
Sentia a brisa suave me chamando a janela, era algo surreal !
Era como se a vida fosse acabar, mas ela simplesmente continuava.
A troca de roupa era rápida, era fria, era o sinal de que meu dia começara.
Vestia sempre o mesmo uniforme branco e azul com o emblema do colégio, a velha calça jeans e o tenis já surrado.
Após ter me trocado, sentia a roupa fria em meu corpo quente e a unica coisa que conseguia ver era um fio de luz saindo da fechadura da porta.
Ao abrir a porta um grande clarão entrara no quarto, e assim tudo que havia nele se iluminava.
Via a bagunça da noite passada, as roupas no chão, as pastas e as folhas jogadas em cima de minha mesa, e por fim os meus CDs prediletos enfileirados numa ordem precisa.
A mochila ainda desarrumada, jogava ao chão, ao lado da cama, finalmente era aberta.
Os livros e as folhas soltas eram todos jogados em cima da cama, como se não importassem.
Pegava os livros necessários para aquela manhã e jogava-os dentro de minha mochila.
E a tal mochila, preta sem detalhes, voltava ao chão depois de fechada.
Saia do quarto como quem não aguentava ver a luz.
Os olhos vermelhos e o nariz escorrendo eram típicos daquela de manhãs de inverno.
Ia para o banheiro, logo ao lado, não era nada demais, porém este trajeto parecia o mais comprido daquela manhã.
Chegava ao banheiro, muito iluminado e dava bom dia a minha mãe.
Como um zumbi, ia até a cozinha, apagava todas as luzes possíveis e por fim ia preparar o café da manhã.
Já não aguentava mais o frio e ainda tinha de abrir a geladeira.
Vinha a minha cabeça lembranças daquela noite mal dormida, ou melhor, daquela noite, mais uma, em que eu passara de olhos fechados pensando na vida e em como seria aquele dia.
Em fim, abria a geladeira.
Pegava o leite e o requeijão e colocava sobre o balcão.
Era tudo o mesmo, já não havia mais novidades.
Preparava e comia o café da manhã olhando ao oeste, observando as nuvens que se mexiam naquela manhã.
Terminava de comer, e guardava tudo no devido lugar.
Ia até o banheiro e escovava os dentes.
Voltava ao meu quarto, ao meu conforto, ao canto quentinho e aconchegante da casa.
Pegava a mochila jogada no chão e a colocava sobre os ombros.
Carregava o peso do mundo, ou era mero exagero meu.
Dava adeus a minha mãe e seguia o caminho até a escola.
Saindo de casa já dava vontade de voltar e continuar dormindo no quentinho, mas eu tinha que continuar.
Andava devagar ouvindo as musicas de meu celular.
Não havia um pio em minha rua.
Os vizinhos ainda não estavam acordados e até os menores animais dormiam também.
Era uma mistura de silencio e frio que me incomodava muitos, mas eu já não escutava, eu havia ligado a musica no mais alto o possível.
As poucas pessoas presentes na rua me encaravam. Era evidente que as mesmas também sentiam o frio que castigava a pele descoberta.
Caminhando com a cabeça voltada ao chão, já não via mais nada. Nem quem vinha, nem quem ia.
Chegava a escola e dando bom dia a todos, entrava para sala de aula.
Era a maior tortura. O frio batia na janela e entrava a brisa suave que vinha me cutucar.
A professora iniciava a aula e meus olhos mal podiam parar abertos. Os piscares dos olhos eram lentos e com eles vinha o sono, o mal de tudo ! Me fazia delirar e eu não conseguia prestar atenção em nada.
Eram seis aulas como aquelas e um intervalo entre elas de 20 minutos.
E esse era a simples manhã que me torturava !
Chegando em casa não via a hora de dormir. Todo dia chegava a comia na casa de minha tia.
Após o almoço dormia sem controlar o tempo, acordava todo dia eram quase 15:00 horas.
Entrava no computador e já não pensava em mais nada. As tarefas eram feitas com pressa, logo depois de acordada.
E assim passava o dia.
De noite havia sempre o mesmo ritual, sempre jantava em minha tia e depois tomava banho. Após isto voltava ao computador até que minha mãe me mandasse ir dormir.
As horas passavam rápido demais e eu não as via passar.
Logo em um minuto já era a hora de dormir, ou seja, só de refletir como seria o dia seguinte.
Ia a cama e meus pensamentos começavam a ecoar em minha mente.... E quando via, já era hora de acordar e voltar a rotina de sempre.
HISTÓRIA FICTÍCIA !
terça-feira, 26 de abril de 2011
Eu, Alice
Quem me dera eu fosse Alice,
Para na toca do coelho entrar,
Nadar no mar de lágrimas,
Que eu mesma iria criar.
Brincar de seca-rega,
E uma roda formar,
Escutar a tristes tale que o rato iria contar.
Conhecer um louco chapeleiro,
Recitar o nonsense !
AH ! Quem me dera ser alice.
Viver mil aventuras e acordar ao fim da tarde.
Para na toca do coelho entrar,
Nadar no mar de lágrimas,
Que eu mesma iria criar.
Brincar de seca-rega,
E uma roda formar,
Escutar a tristes tale que o rato iria contar.
Conhecer um louco chapeleiro,
Recitar o nonsense !
AH ! Quem me dera ser alice.
Viver mil aventuras e acordar ao fim da tarde.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Datas comemorativas para pessoas sociaveis.
Agora além do dia dos namorados também tem o dia do amigo, dia do beijos e dia do abraço, ou seja, mais datas idiotas para pessoas que são sociaveis !
São nesses dias que eu pego minha guitarra e começo a solar e a me isolar de tudo e todos....
Nesses dias eu procuro nem sair de casa. Todos estão tão grudados, apaixonados e felizes, que eu prefiro ficar em casa antes que isso passe para mim !
O dia dos namorados tem um título auto-explicativo não é ? É o dia de dar e receber .... do seu namorado ou da sua namorada !
O dia do amigo também não precisa ser explicado e muito menos o dia do beijo e nem o do abraço....
Mas o que mais me intriga nisso todo são os adolescentes que começam o namoro um dia ou dois antes do dia dos namorados só pra não passarem sozinhos !
Acho isso muito vulgar .....
E SE VOCÊ FAZ ISSO VOCÊ TEM QUE IR TOMAR NA SUA CAVIDADE ANAL.
São nesses dias que eu pego minha guitarra e começo a solar e a me isolar de tudo e todos....
Nesses dias eu procuro nem sair de casa. Todos estão tão grudados, apaixonados e felizes, que eu prefiro ficar em casa antes que isso passe para mim !
O dia dos namorados tem um título auto-explicativo não é ? É o dia de dar e receber .... do seu namorado ou da sua namorada !
O dia do amigo também não precisa ser explicado e muito menos o dia do beijo e nem o do abraço....
Mas o que mais me intriga nisso todo são os adolescentes que começam o namoro um dia ou dois antes do dia dos namorados só pra não passarem sozinhos !
Acho isso muito vulgar .....
E SE VOCÊ FAZ ISSO VOCÊ TEM QUE IR TOMAR NA SUA CAVIDADE ANAL.
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