Como é sentir que mais um dia se passou?
Mais uma vez o sol se escondeu, correu em volta da terra.
Mais uma vez você perdeu tempo, tempo com o qual você nem se importa mais.
Mais uma vez a lua nasceu e morreu e ninguém notou.
Mais uma vez o sol se escondeu, correu em volta da terra.
Mais uma vez você perdeu tempo, tempo com o qual você nem se importa mais.
Mais uma vez a lua nasceu e morreu e ninguém notou.
O brilho do sol, só vimos pela manha,
Só vimos pela tarde…
Nunca vimos.
Só vimos pela tarde…
Nunca vimos.
A lua brilhante, só serve de luz,
Já nada mais importa…
Fora de nosso próprio mundo.
Já nada mais importa…
Fora de nosso próprio mundo.
E o dia se passou,
De novo e de novo.
De novo e de novo.
As estrelas se apagaram,
O sol vai morrendo,
A lua está destruída…Ninguém nunca nota.
O sol vai morrendo,
A lua está destruída…Ninguém nunca nota.
São só dias afinal,
Passam todos devagar, todos no mesmo ritmo,
Todos carregados com um pouco mais de nada.
Passam todos devagar, todos no mesmo ritmo,
Todos carregados com um pouco mais de nada.
Lá fora é radioativo,
É perigoso demais pra se pisar.
É perigoso demais pra se pisar.
Voltemos então a nossas celas,
Nossas prisões particulares.
Nossas prisões particulares.
O sol pode queimar,
Então construa o mais alto muro que puder,
Cerque tudo e não deixe o sol entrar.
Então construa o mais alto muro que puder,
Cerque tudo e não deixe o sol entrar.
São só mais uns dias,
Quem se importa?
Quem se importa?
Voltemos então a nossas celas,
Nossas prisões particulares.
Nossas prisões particulares.
O sol vai parar de brilhar..
1, 2, 3.
1, 2, 3.
Voltemos então a nossas celas,
Nossas prisões particulares.
Nossas prisões particulares.
Mais um ano ou mais um século não fazem diferença pra quem nunca saiu de sua cela.
Mais uma eternidade,
Ninguém se importa…
Ninguém se importa…
Voltemos então a nossas celas,
Nossas prisões particulares.
Nossas prisões particulares.
A solidão não é nada pra quem sempre foi vazio.
